MÍDIAS NA EDUCAÇÃO HOJE
11/23/2023
10/19/2015
Aplicativo gratuito ajuda a estudar para o Enem
A menos de um mês para o Enem, uma pergunta provavelmente paira na cabeça de muitos brasileiros: como dar um gás e estar ainda mais afiado para o exame? Os tradicionais aulões agora podem não ser mais um grande diferencial nessa preparação. Isso porque essas ações buscam revisar todo o conteúdo ministrado durante o ano para atender a uma massa de estudantes, enquanto suas necessidades podem ser por um ou dois conteúdos específicos.
Para dar uma ajuda extra na preparação para o Enem e suprir essa necessidade, o EDU.app, aplicativo gratuito desenvolvido pela Fundação Lemann em parceria com o Google, entrega as melhores vídeoaulas e exercícios para o exame de forma customizada, em um formato exclusivo para celulares e tablets.
Por que usar o EDU.app agora?
O conteúdo em vídeo é apresentado de forma inovadora em playlists customizadas, e conectadas com momentos reais da vida do jovem, por exemplo: “Para fugir do embromation”, com conteúdo de língua inglesa, “Saindo pela tangente”, de geometria, “Enquanto cozinho”, sobre química nos alimentos, proteínas e enzimas, e “Estudando no banheiro”, para os interessados em fisiologia, poluição e tratamento de água.
O aplicativo tem interface intuitiva e amigável, organizada de acordo com o conteúdo e os critérios da avaliação. Veja o que o aplicativo oferece:
- Videoaulas: mais de 2.000 videoaulas, as mesmas disponíveis no YouTube EDU, organizadas nas 4 áreas de conhecimento do Enem.
- Playlists especiais: encontre playlists para cada momento de seu estudo, onde quer que esteja, no ônibus, na praia, na fazenda ou numa casinha de Sapê.
- Exercícios: treinando é que se aprende. Resolva exercícios de provas anteriores do Enem imediatamente após assistir as vídeoaulas.
As aulas contemplam as quatro áreas do conhecimento do Enem e são selecionadas pela Fundação Lemann.
“Com videoaulas, exercícios, dicas de prova e orientações, o EDU.app aumenta o alcance do projeto e reforça o caráter democrático da internet para levar boas aulas a estudantes de todas as idades, lugares e classes sociais. Nosso principal objetivo é facilitar ainda mais a vida do jovem que quer estar mais preparado para desafios como o ENEM, tornando o conteúdo muito mais acessível, facilitando e incentivando a aprendizagem”.Lucas Machado, coordenador de projetos da Fundação Lemann.
É preciso ressaltar que o EDU.app veio para complementar a preparação dos alunos. Se você é daqueles que não abre mão dos aulões, por exemplo, o EDU.app pode ser acessado no caminho da escola para casa de modo que o usuário se aprofunde naquele conteúdo que acabou de ver na aula e que ainda não domina totalmente.
“O EDU.app coloca à disposição do estudante videoaulas do Youtube EDU combinadas com exercícios multidisciplinares e desafios para colocar em prática seu conhecimento. É a ferramenta ideal para que os estudantes de todo o Brasil tenham acesso à informação e a conteúdos educacionais a qualquer momento e em qualquer lugar”.Flavia Simon, Diretora de Marketing para Consumidor do Google.
E não existe mais desculpa para deixar de estudar fora de sala. O uso de celulares, por exemplo, já ultrapassou o uso de desktops em acessos à internet no Brasil. Segundo a pesquisa TIC Kids Online, 94% dos jovens de 15 a 17 anos no Brasil acessa a internet pelo celular. Cada vez mais acessíveis e popularizados, os smartphones têm transformado não só a vida das pessoas, mas também a maneira como elas interagem com o conteúdo.
Sobre o Youtube EDU
O YouTube EDU, uma parceria do Google com a Fundação Lemann, oferece desde 2013 uma plataforma exclusiva dentro do YouTube, com mais de 15 mil vídeos educacionais, nas mais variadas disciplinas. Os vídeos selecionados para a plataforma são criados pelos melhores e mais importantes canais de educação do YouTube e passam por uma rigorosa seleção da Fundação Lemann.[Fonte: QEdu]
10/07/2015
Quatro Cursos Online Gratuitos do Coursera
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9/15/2015
Alunos brasileiros estão na lanterna em ranking de habilidades digitais, diz OCDE
Estudo avaliou compreensão de leituras na internet e destreza para navegar em sites em jovens de 31 países; Cingapura fica em 1º lugar.
Os alunos brasileiros estão nas últimas posições em um ranking de 31 países que avaliou a habilidade de navegar em sites e compreender leituras na internet elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
O relatório: "Estudantes, Computadores e Aprendizado: Fazendo a Conexão", realizado no âmbito do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) da OCDE de 2012, resultou do primeiro estudo da organização que analisa as competências de alunos na área digital.
O Brasil ficou na antepenúltima posição no ranking, à frente apenas dos Emirados Árabes e da Colômbia.
Os melhores resultados foram obtidos pelos alunos de Cingapura, Coreia do Sul, Hong Kong, Japão, Canadá e Xangai.
Computador na escola
Os resultados desses países (ou cidades) refletem os que foram obtidos no PISA de 2012 para avaliação de leitura em papel, "o que parece indicar que um bom número de habilidades úteis para navegar na internet pode também ser ensinada e adquirida por meio de técnicas de leitura clássicas", diz a OCDE.
O estudo sugere que o acesso e uso de computador importa menos no desenvolvimento da capacidade de navegação e leitura online do que um bom preparo básico. Sugere também que a habilidade para navegar na internet pode ser ensinada e adquirida com a ajuda de pedagogias e ferramentas tradicionais.
Os dois primeiros do ranking, os alunos de Cingapura e da Coreia do Sul, utilizam menos computadores na escola - apenas 70% dos alunos usam computador, no caso de Cingapura, e 42% na Coreia do Sul - do que a média dos países da OCDE - de 72%. Não há esse dado sobre o Brasil no estudo.
Segundo a organização, "o fato de assegurar que cada aluno atinja um nível de competências de base em leitura e matemática contribuirá mais para a igualdade em um mundo digital do que o simples fato de ampliar ou subvencionar o acesso a serviços e aparelhos de alta tecnologia".
"A leitura online solicita as mesmas competências que a leitura em papel. No entanto, é preciso acrescentar uma capacidade suplementar, que não é das menores: a de saber navegar entre páginas de texto e discernir as fontes pertinentes e dignas de confiança entre um número de informações aparentemente infinito", afirma o estudo.
Navegação
Para avaliar as habilidades na internet, os alunos - de 15 anos - tiveram de navegar por textos online através de links, atalhos e comandos de navegação para ter acesso à informação solicitada, além de criar um gráfico a partir de dados ou utilizar calculadoras na tela do computador.
Os pesquisadores analisaram o número de etapas para buscar informações e também a capacidade para navegar de maneira focada na busca por determinados assuntos (clicando corretamente, por exemplo, na sequência de páginas que permitiam realizar a tarefa solicitada).
O documento revela que mesmo os países que investiram consideravelmente nas tecnologias da informação no sistema educacional não tiveram nenhuma melhoria notável dos resultados nas avaliações de compreensão da escrita, matemáticas e ciências do PISA.
"Os sistemas escolares devem encontrar soluções mais eficazes para integrar as novas tecnologias no ensino e no aprendizado", afirma Andreas Schleicher, da direção de educação e competências da OCDE. [Fonte: G1]
6/01/2015
Google mostra tecnologia de tecido sensível ao toque
O Google demonstrou uma nova tecnologia de tecido sensível ao toque, e a marca de roupas Levi’s foi anunciada como parceira do Project Jacquard.
A tecnologia consiste na implantação de fios condutores em tecidos, permitindo que um jeans, por exemplo, se torne uma plataforma sensível ao toque. A ideia pode ser aplicada a todo tipo de tecido, independentemente da cor e do tamanho. No caso da Levi’s, isso pode funcionar com as calças jeans.
Assim, o tecido atua como uma tela sensível ao toque, ou um touchpad. Não fica muito distante da realidade a utilização das suas calças como uma superfície sensível.
O Google demonstrou, na conferência I/O, uma jaqueta sensível ao toque. O material se mostrou sensível à pressão e conseguiu até mesmo detectar movimentos suaves.
O usuário poderia atender a um telefonema por meio de um comando no tecido, por exemplo. Também seria possível dar um toque na roupa para trocar de música no celular, ou avançar um podcast. Isso sem precisar tirar o celular do bolso, ou um relógio inteligente.[Fonte: Imasters]
ATIVIDADE:
1. Produza um texto reflexivo e crítico sobre as possibilidades de uso dessa tecnologia para a educação contemporânea.
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